Gênese da Campanha

O Eclipse Gêmeo

Tudo começou quando os céus sangraram. O fenômeno não poupou nenhuma linha do tempo e nenhuma dimensão. Seja nos reinos arruinados de fantasia, nos becos úmidos de uma metrópole moderna, ou nas superestruturas de neon de 2077, o sol foi engolido por uma esfera escarlate. A Deusa da Podridão despertou.

Em Marches, as fronteiras da realidade se romperam. O que era um fenômeno astronômico transformou-se em uma praga existencial. A doença do Hanahaki corrompeu a magia, infectou o sangue dos vampiros e distorceu até mesmo o cromo e a cibernética dos modificados.

O Eclipse
Vertente I - Dungeons & Dragons 5E

Os Reinos Caídos

A magia não é mais um milagre, é uma maldição. Os conjuradores sentem o gosto de cinzas e sangue em suas bocas a cada feitiço invocado. Paladinos descobriram que seus Deuses estão mortos, ou pior, foram substituídos por algo que os observa no escuro.

Esta vertente é focada em sobrevivência, horror cósmico e fantasia sombria. Os heróis não estão aqui para salvar o mundo; eles estão aqui para garantir que o mundo sobreviva à próxima noite. O combate é letal e a exploração exige sacrifícios reais.

Vertente II - World of Darkness

Sede de Cinzas

As noites de intriga política em salões de veludo acabaram. A Máscara caiu. A praga atingiu a Família. Vampiros infectados pelo sangue do Eclipse não perdem a fome, mas perdem a mente, tornando-se bestas que vagam pelos esgotos exalando pétalas de flores podres.

Para os jogadores desta vertente, o horror é pessoal e psicológico. Vocês são os monstros tentando manter a pouca humanidade que lhes resta, enquanto a própria essência do sobrenatural entra em colapso. O foco absoluto aqui é a narrativa densa e a investigação visceral.

Vertente III - Cyberpunk

Ferrugem e Cromo

Quando o céu ficou vermelho, as megacorporações tentaram monetizar o evento. Falharam. A corrupção provou ser transmissível via implantes neurais. O que começou como uma falha de software evoluiu para uma necrose cibernética: o metal apodrece no corpo dos hospedeiros, substituído por raízes negras e fiações pulsantes.

Nesta distopia, a linha entre máquina e aberração não existe mais. Edgerunners agora precisam hackear sistemas infectados por uma inteligência alienígena. Ação frenética, dilemas éticos sobre transumanismo e muito chumbo contra horrores de neon marcam essa vertente.

Distopia Cyberpunk